sábado, 20 de setembro de 2008

Floema

Chuva
em algum lugar se esconde a estação das flores
da chuva de flores
da chuva que brota do chão
da chuva que desdobra-se em pétalas e cor
da chuva que tem outro nome
da chuva que me põe em transe

Dois olhos
mil flores

2 comentários:

Vieira Calado disse...

Esbelto, este poema!
Gostei.
Bjs

Paulo Viggu disse...

Faço um convite para virarmos vento e, pensando bem, é preciso lembrar da chuva. Abs. Paulo Viggu