sábado, 23 de julho de 2011

Tela do fim do mundo

o nunca
doendo na nuca
feito um osso
nunca é o nunca

no colo
uma estrela
espreita
as formas
informes
do mundo

colosso

10 comentários:

Artes e escritas disse...

Um poema com signos que mostram a pequenez da Terra perante as estrelas. Um abraço, Yayá.

Simone MartinS2 disse...

Bom dia...belo, suave e singelo, porem real...bom domingo pra ti...bjin

Amanda Lemos disse...

Tudo muito interessante por aqui,
Gostei muito mesmo.
E te convido para conhecer meu espaço, caso queira dar uma olhada, seguir..;

http://www.bolgdoano.blogspot.com/

Muito Obrigada, desde já.

Darla Medeiros disse...

Na singeleza das palavras, na profusão de sentidos, na intensidade do mundo... parabéns pela sensibilidade... quando quiser... passe por aqui http://noitesdeoutrosdias1.blogspot.com/

Cacau Riot disse...

oi
adorei o seu blog
me segue ? , estou te seguindo
escrevo poesias e crônicas
enfim , coisas q precisamos simplismente vomitar
se vc quiser eu divulgo vc no blog ,
bjos

http://anaomenstruado.blogspot.com/

Vau... disse...

olah, visitei seu blogg. agora visite o meu...

http://hospicio1972.blogspot.com

Antonio Sávio disse...

Simples de grande força simbólica. Perfeito.

Joselito de Souza Bertoglio disse...

poesia show!!!

Nereida disse...

simples e cativante...

Cynthia Lopes disse...

Suzana, tanto tempo não venho, gostei da natureza, tudo mais borboletras, gostei! bjs